PCP receia possível fecho de postos da PSP

Possíveis encerramentos têm motivado várias notícias. Foto: Arquivo
O PCP pediu esclarecimentos ao Governo sobre a hipótese de encerramento de postos policiais na Rua João de Deus, na Praça Coronel Pacheco e na Rua do Paraíso, todos no Porto.
Os esclarecimentos foram solicitados em requerimentos que o deputado Honório Novo dirigiu ao Ministério da Administração Interna (MAI), depois de constatar que o futuro das esquadras e dos postos de atendimento da PSP na cidade “continua envolto numa flagrante e inaceitável indefinição e falta de informação precisa e objectiva”.
Essa indefinição, sublinhou o deputado comunista, provoca “reacções naturais e legítimas de insegurança da parte das populações potencialmente afectadas”, defende, em comunicado, PCP.
Nos requerimentos, Honório Novo refere que chefias locais da PSP aludiram, em reuniões do Conselho Municipal de Segurança, à “perspectiva de diversos encerramentos” de serviços policiais na cidade.
Destaca ainda a “profusão de notícias desencontradas e contraditórias” sobre a matéria, “anunciando encerramentos de diversas instalações da PSP no Porto, logo seguidas de desmentidos do MAI e de novos e insistentes rumores de encerramentos”.
Na sequência de anterior requerimento dos comunistas – este sobre a possibilidade de encerramento da esquadra de atendimento de Azevedo de Campanhã – o MAI confirmou, em Dezembro, que a PSP está a estudar uma reorganização dos seus serviços na área oriental da cidade.
Nessa informação, o MAI sublinhava que o funcionamento da esquadra de Azevedo não se traduzia “em qualquer mais-valia” para a população.
“O funcionamento desta esquadra de atendimento implica que se mantenham dentro das instalações 12 agentes policiais (…) sendo que, em média, ao longo de todo o ano, não chega a ser elaborada uma peça diária de expediente nessa esquadra”, afirmava o gabinete de Miguel Macedo.











