Manter “lixeiras a céu aberto” nas encostas do Douro é “quase criminoso”

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Faltam esgotos e sistema de recolha de lixo. As casas estão “em muito más condições de edificação e, até pela sua localização, em más condições de segurança”. O presidente da concelhia do Porto do Partido Socialista, Manuel Pizarro, critica as condições de “profunda degradação” habitacional e ambiental na escarpa das Fontainhas.
Durante uma visita à escarpa, este domingo, o dirigente da concelhia do PS disse pretender que a Câmara estabeleça, “num prazo aceitável”, um modelo para solucionar a situação, dos pontos de vista habitacional e ambiental.
A Câmara do Porto “realizou um estudo sobre as ilhas da cidade que nunca foi divulgado”, acrescentou o responsável pela concelhia socialista, com os “poucos dados” existentes a apontarem para 12.000 habitantes em 1.200 ilhas, 60% das quais em condições “más ou muito más”.
O PS vai levar à próxima reunião de Câmara uma proposta no sentido da divulgação desses dados, que Manuel Pizarro considera ter sido “mantido secreto” pela autarquia para “ocultar a situação dos moradores”.
Para além da situação habitacional das Fontainhas, Pizarro declarou que é “quase criminoso que uma cidade que tem a vocação turística que o Porto tem” mantenha “lixeiras a céu aberto” nas encostas sobre o Rio Douro.
“A maioria municipal que governa o Porto já desistiu da cidade”, acusou o antigo secretário de Estado da Saúde. “Com vontade política é possível encontrar soluções”.











Não é preciso ter tantas vistas largas. Basta dar uma voltinha durante a tarde nas ruas da baixa e vão poder desfrutar dos sítios mais “belos” de lixeiras. Caldeireiros, Vitória, Mouzinho…etc. Deve ser dos “momumentos” que os nossos turistas se riem….lamentável.