Um mês e mais de 30 eventos para celebrar o S. João no Porto
Mais de 30 eventos, desde a música ao desporto, passando pelas artes, integram a programação da Festa de S. João do Porto, que começa no dia 29 de Maio e se estende até 8 de Julho.
Em conferência de imprensa, o vice-presidente da Câmara do Porto, Vladimiro Feliz, anunciou esta quarta-feira que a programação é composta por “uma agenda integrada”, contando assim com a colaboração de parceiros da cidade.
“O objectivo da cidade é fazer do S. João uma marca global”, disse, acrescentando que a festa não se reduz à noite de 23 para 24 de Junho, mas a “algo que ocorre durante mais de um mês e que só pode ser vivido no Porto”.
Para Vladimiro Feliz, o S. João do Porto é “um flash mob há muitos anos, que atrai mais de meio milhão de pessoas à cidade” e este ano representa um investimento para a autarquia que “não ultrapassa os 200 mil euros”.
Este ano, a festa de S. João aposta “na atracção de novos eventos de visibilidade internacional aptos a reforçar a personalidade e individualidade da cidade, complementando a sua oferta habitual e gerando novas oportunidades”.
Exemplo disso é a presença do Serralves em Festa, do Primavera Sound e da prova de desporto náutico Extreme Sailing Series na agenda da programação da festa.
“É uma agenda feita de diversidade, que mostra uma cidade que está viva”, salientou Vladimiro Feliz.
De acordo com José Barreiro, do Primavera Sound, que terá lugar no Parque da Cidade de 4 a 10 de Junho, “estão já garantidos 10 mil turistas” neste festival de música internacional.
As estatísticas referem já que a média de idade dos milhares de turistas que vêm ao Porto para os 4 dias de festival situa-se nos 30 anos, sendo que “55% são mulheres”, salientou o responsável, que assegurou ainda que “60% da lotação está já ocupada”.
A festa contará com o tradicional fogo-de-artifício que vai unir as 2 margens do Rio Douro na noite de 23 para 24 de Junho, estando também marcado o bailarico dos Aliados e o Arraial Minimal, cujo palco terá “2 sistemas de som orientados em sentidos opostos, dividindo os Aliados com 2 sonoridades e estéticas musicais distintas”.
A Corrida de São João está marcada para o dia 17 de Junho.
A festa da cidade termina com a realização da prova de vela “Extreme Sailing Series 2012”, que contará com a presença de velejadores de 15 nacionalidades entre os dias 5 e 8 de Julho.












Agora são só eventos, está na moda, é o que está a dar.Quem se preocupa com as tradições ?Nem falam nelas, é só MODERNICES.
Caro Joaquim, olhe que não, olhe que não… Então os ranchos e as rusgas são tradições. Não estão na notícia mas constam do programa.
E este ano é um sábado, hehehe. Em baguim não é feriado!
Quais tradições, Joaquim? As seculares de quando o S. João era o solestício de verão pagão?
Estapafúrdio é quererem pegar em eventos que já acontecem há muito e de forma independente (como é o caso do Serralvez em Festa, que aliás não é único e acorre em vários museus mundo fora) e juntá-los numa “marca S. João”… Mas pronto, venha o turismo.
Decerto que a Queima já preparou os vizinhos do Parque da Cidade para o que o Primavera Sound vai trazer (Björk não incluída).
Para o ano ddiem o desfile dos eléctricos do museu para mais tarde para o poderem incluir. Melhor, repitam o deste ano e percam a mania estúpida de cobrar bilhete (ou voltem a permitir que se use andante).
Está feliz, o Vladimiro, aprendeu a dizer flash-mob… espero que não venha com a St. John’s™, era de lhe dar com alho.
Oh Miguel, é melhor informar-se melhor…Eventos independentes?!? Vá ver as notícias sobre o SEF e o Fitei e veja lá se não dizem que em ano de cortes do governo a parceria com a autarquia foi decisiva! Estou a ver que de turismo e de animação não percebe muito… Não será bom para a cidade promover uma agenda integrada com 6 semanas de programação rica e diversificada?!?!?
Uns encontram problemas e mesquinhices, outros louvam iniciativas que conduzam a uma melhor visibilidade da cidade do Porto. Eventos destes, sejam eles separados ou em conjunto só ajudam a cidade a reacender uma chama extinta – pessoas na rua noite e dia, comércio aberto em horário alargado, restaurantes, bares, etc etc… Claro que com isto surgem problemas que devem ser tratados, como por exemplo a questão do imenso lixo produzido nas noites na baixa, mas a resolução para este novo problema não passa por acabar com a noite na baixa, passa antes pela educação cívica e pela disponibilização dos recursos e meios necessários para a recolha e depósito do lixo! A cidade é de todos nós e devemos vivê-la e acarinhá-la! De que serve uma cidade linda como esta e não poder desfrutar das zonas mais lindas e emblemáticas? Antes deus me livre de ir à baixa às 23h…era para ser assaltado na certa! Na minha opinião e enquanto não se limam as arestas acho que se deve criar volume, ou seja, massa crítica, criar hábitos novos…depois sim podemos pensar em separar eventos e tudo mais, mas mais importante é garantir que há um fluxo constante de pessoas nas diversas zonas históricas da cidade, só assim vamos conseguir criar uma verdadeira oferta cultural diversificada e chamar a atenção, não para os subúrbios, mas para o centro histórico da cidade!!!
Falcão, é assim mesmo!!! Votem no Falcão
DDD Agora a sério, sim! É um pensamento correto. Apoio. Gosto!
Apoiado, será que vão comprar e colocar limitadores sonoros nas bandas e nos ranchos folclóricos?
Quero lá saber se são modernices ou tradições, se são eventos integrados ou separados, se há aproveitamento do Rui Rio ou não, se há barulho (porra, é uma cidade!) ou não, se há lixo (recolha-se no dia seguinte!) ou não, o que me interessa é que (finalmente!) se percebeu que à volta da melhor FESTA do Mundo, o S. João do Porto, se pode aglutinar/juntar outros eventos já existentes ( ou até arranjar outros) para promover (ainda mais) a nossa querida cidade no estrangeiro de maneira a trazermos cada vez mais turistas à Invicta, para deixarem cá o dinheirinho, pois precisamos do “graveto” como do pão para a boca, que, a propósito, devido à crise, há cada vez menos na mesa dos “tugas”…