Hospital-escola de Gondomar abre em Setembro
O hospital-escola de Gondomar vai ser inaugurado em Setembro e resulta de um investimento de 50 milhões de euros da Universidade Fernando Pessoa (UFP) que criará um cartão de saúde especial para a população local.
“Estamos a finalizar a criação de um cartão de saúde para a população de Gondomar, em condições altamente privilegiadas para que possa aceder aos cuidados de saúde do hospital em condições praticamente iguais àquelas em que acede no Serviço Nacional de Saúde”, assegurou o reitor da UFP, Salvato Trigo.
O projecto era antigo mas há 20 meses começou a ganhar forma nos terrenos de Gondomar onde estão já erguidos os 7 pisos (2 subterrâneos) do empreendimento de mais de 5.600 metros quadrados que não quer ser mais um hospital privado do país mas uma unidade de saúde com uma lógica de atendimento “pedagógica e não comercial”.
“Significa cuidados de saúde em que as pessoas tenham tempo para serem ouvidas, e consultadas”, explicou o reitor, que assim pretende “humanizar o sistema”.
Na procura do melhor local para implantar a unidade de saúde e ensino, a escolha recaiu em Gondomar não só por estar referenciada na última carta hospitalar como “local a receber investimento” para criação de um hospital, mas também por ter sido a que “melhor respondeu às necessidades” da universidade.
A Fernando Pessoa ainda chegou a apresentar ao Governo anterior uma proposta de parceria “privada-pública”, e “sem risco para o Estado”, a fim de que “os pacientes da área de Gondomar pudessem usar essa unidade nas mesmíssimas condições, quer de custos quer de acessibilidade, com que utilizam as instituições pertencentes à rede pública”.
Porém, “o Governo caiu e nada disso veio a acontecer”, lamentou o reitor, garantindo que o “hospital está pronto, vai ser inaugurado em Setembro e funcionará como um hospital-escola, procurando prestar cuidados de saúde às populações”, pelo que haverá uma “discriminação positiva” dos cidadãos de Gondomar.
Com um total de 200 camas, 60 das quais afectas a uma unidade de cuidados continuados integrada na rede nacional, o hospital-escola UFP “terá todas as valências médicas e cirúrgicas”, à exceção de cirurgia cardiotorácica e neurológica, e apresentará a capacidade para acolher “180 alunos em simultâneo”.
“Teremos também um centro de ensaios clínicos para investigação e um centro de anatomia e cirurgia experimental para formação de cirurgiões”, para além de “3 casas de parto”, assinalou.
Actualmente estão a decorrer os concursos para os cerca de 200 postos de trabalho disponíveis numa fase inicial (serão 400 no total), sendo privilegiados os médicos jovens e ex-alunos da universidade.
O equipamento, desenhado também por ex-alunos, “é um edifício inteligente, sustentável” e que “utiliza energia solar através de painéis”, estando já preparado para o dia em que – “quando o país for normal e deixar de ser governado por corporações e lobbies” – seja dada autorização à UFP para leccionar o curso de medicina.












Já só falta mesmo medicina, para completar aquilo a que se pode chamar de vitória dos lobbies do ensino em Portugal – As privadas. Então a UFP, essa quer ser como o Benfica: Quantos mais esta tiver, melhor! Dizem que quantos mais forem a mentir, mais os restantes acreditam na mentira, e melhor estes são vistos! Pagam 600 euros por mês, não têm aulas obrigatórias e o que sai no exame é aquilo que foi descutido nas aulas – a papinha é lhes dada! Só espero exames da ordem, que aí vemos os da Pública a entrar em maior percentagem!
Para pessoas menos atentas, confira o ranking Europeu! http://www.webometrics.info/top100_europe_es.asp?country=pt
Como aluno não vejo nada disso a acontecer. Mais um frustrado com acesso à internet que gosta de mandar bocas do que não sabe. Arranja vida amigo/a.
Para que conste, todas as aulas são obrigatórias, sejam elas teóricas teorico-práticas ou práticas, com 50, 60 e 80% de presença obrigatória, respectivamente.
Depois disto, há que mencionar que a matéria de exame é a que consta no programa, como em qualquer outro lado, ou vão-me dizer que se a matéria a lecionar é X vão meter Y em exame? A dificuldade, o facto de certas questões serem ou não debatidas em aula é responsabilidade de cada professor e o todo não é só um, portanto não generalizem e não digam do que ouvem, verdade porque alguns até podem ter papinha dada, mas isso acontece em qualquer faculdade seja ela pública ou privada, mas que na UFP funciona tudo assim? Mentira, que ali ninguém é, de todo, levado sempre ao colo!
Se os médicos da Fernando Pessoa forem tão bons como os engenheiros civis de que lá saem, vai ser bonito de ver a quantidade de processos que esta malta vai levar.
Para estes comentários, uma só resposta…a Verdade: http://www.webometrics.info/top100_europe_es.asp?country=pt
Somos grandes, falem de nós!
Como aluna da UFP, tenho a dizer que as pessoas antes de falarem deveriam estar melhor informadas!
É verdade que pagamos 600€ por mês (Curso de Medicina Dentária), sendo esse o curso mais caro da nossa instituição, cada um investe no seu futuro como pode e quer. Temos presenças obrigatórias, não sei que conversa é essa de não termos que assistir às aulas, pois conheço alguns entes que já chumbaram a várias cadeiras por falta das presenças obrigatórias.
Como tal, passo a citar:”e o que sai no exame é aquilo que foi descutido nas aulas” – na verdade o que é dIscutido, leccionado ou o que queira chamar, é obviamente o que sai nas frequências, visto que temos um programa de estudo para alguma coisa, digo eu. Muitos dos nossos professores requerem que façamos aprendizagem por fora da disciplina, de modo a nos tornarmos mais independentes e cultos sobre o nosso futuro.
Temos professores catedráticos a nos leccionar várias cadeiras do nosso curso, que também ensinam na pública. E em relação aos nossos docentes tenho a dizer que não posso reclamar da sua vontade de ensinar e nos tornar os bons profissionais que a Fernando Pessoa irá sempre formar, devido à sua exigência e qualidade de ensino.
Exames à Ordem? Não tememos nada que possa avaliar a qualidade de ensino que temos direito.
Obrigada e espero ter sido útil a desmentir mitos que andam por aí.
A julgar pela maneira inculta e agramatical que a Sra. candidata a Médica Dentista escreve, o ensino na UFP deve, de facto, ser irrepreensível…
E a julgar também pelas diversas pessoas que conheço que frequentam os cursos da dita Universidade, lhe garanto que apesar de serem, como direi, pouco dotadas intelectualmente,acabam os cursos com médias de 15-16 (por sinal bem superiores às com que terminaram o ensino secundário). Reflicta sobre isso.
Pois… é uma pena uma amiga tua, ter tido a infeliz ideia de me ter dito que o pai dela pagou “nota preta para ela fazer anatomia aí na fernando pessoa, sic”. São os futuros dentistas do nosso país…
Ouça lá, mas o que quer dizer com isto? Que estão no ranking?? Em vigésima primeira posição numa lista de 33? WTF? Muitos parabéns
Só lamento falarem do que não sabem!
Além do mais, somos dos pouco países que alimenta cursos públicos que saem caro ao estado. As Boas Universidade no Estrangeiro são as Privadas!.
Em que estrangeiro?
LOL! Só sei que se não entraram no ensino publico é porque melhores com certeza não são:). Gosto isto do ensino igual para todos…todos os que podem. Meninos dos papás
Meninos dos Papas??
Nasceu sem pais? Isso torna-se estranho…
Mas pessoas com esse toque de palavra, transmitem um poder incrível de inteligência que não poderia ser devidamente valorizado em nenhuma U Privada.
O que é mais chocante é que colocam em questão a qualidade de tratamentos para pessoas como tetraplegicas, crianças com problemas dentários ou psicológicos por exemplo, com possibilidades económicas reduzidas.
E “Sr Burro”, caso não saiba chamam-se Oxford, Cambridge, Harvard por exemplo. Acho que consegue desvendar qual o estrangeiro.
Algum de vós sabe quanto um aluno da publica fica ao estado por ano?!
Ou seja nós é que pagamos o vosso lindo curso e mais de metade, de nos , alunos da privada, tem que recorrer a empréstimos, bolsas de estudos e a trabalho?!
Se é isso que vos ensinam na publica, bem… fica no ar…
Caro Daniel,
Comparar alhos com bogalhos é exatamente isso, comparar realidades completamente diferentes. Pelo que sei as Universidades de que fala não são privadas, no entanto todo o ensino superior é pago e bem pago,no Reino Unido e USA, mas o curriculo do aluno conta como factor preponderante, podendo dar origem mesmo a bolsas… Não há comparação possivel com a sua Fernando Pessoa e as privadas de Portugal, onde o dinheiro é praticamente o único curriculo necessário porque as medias de entrada são vergonhosas..Ou vai querer convencer-me que alguém que acaba o secundário com media de 12 é equivalente a quem acaba com 18???
Claro que existe um complexo em relação às privadas, uma vez que os critérios de entrada se baseiam no dinheiro disponível, já que as notas de acesso são marcadamente inferiores às da publica.. Assim, Por mais que tentem defender as privadas não há defesa possivel..Já em relação ao argumento hilariante de que o estado gasta mais ou menos com os alunos das publicas, é para isso que ele existe.. para dar uma igualdade de oportunidades a todos, para que aqueles que tem capacidades superiores, que tem maior capacidade de trabalho e esforço (na sua maioria em Universidades Publicas) possam ter o mesmo acesso que aqueles que por terem dinheiro tem o caminho facilitado, mesmo com menos capacidades e com muito menos esforço… Ponto final.. Podem dizer o que quiserem, mas se pudessem andar numa publica, tinham entrado.. ou é tudo bons samaritanos preocupados com o pais numa altura de crise e que por isso preferem inscrever-se numa privada para poupar dinheiro ao País?
Não entendo o argumento. Os meus pais pagam impostos, felizmente conseguiram pagar propinas (que não são baratas) e tive uma média que me assegurou a entrada na FMUP. Se os futuros médicos da UFP serão igualmente reconhecidos…duvido! Se vão ter as mesmas capacidades…nem de longe, mas venham eles e os exames à ordem!Não sei a quem anda a pagar, mas não me sinto minimamente agradecido por os seu pais me terem pago o curso. E não me venha falar de um sistema de ensino que em nada tem a ver com o nosso. Passe bem
A serio?!
Conheço alguns estudantes e já trabalhei com médicos da FMUP, que nao demostram tanto receio nem cepticismo da nossa parte.
Está com algum tipo de medo?
O hospital ainda nao abriu,e precebe-se que nao reconhe-se minimamente os metodos de ensino da U.
Tenha calma, eles virão e depois faça as suas comparaçoes, boas ou más.
Ate lá nao se precipite.
Exmos. Senhores
A minha resposta vai para todos que acham que a média de entrada para os cursos são muuuiito importantes. Principalmente nas áreas médicas penso que seria imperativo haver testes de aptidão e vocação profissional. Como usuária dos serviços médicos já tenho mais que evidente que muitos doutores que ingressaram com médias 18 ou 19, não deveriam estar ali a cuidar de vidas. São profissionais sem nenhuma vocação para tal área (que não é como qualquer outra) porque lida com vidas humanas. As disciplinas do secundário não tem nada a ver com o que se estuda em medicina. Tenho a certeza que muitos que entraram com médias inferiores em uma Univ. particular são melhores profissionais que muitos que fizeram um curso numa pública. Vocação, talento e dedicação, meus amigos, não se mede pela média do secundário!
Engraçado Daniel, tenho precisamente a sensação oposta. Os alunos da FMUP acham piada, no mau sentido e com toda a razão. E quanto aos médicos com que trabalhou, será que lhes interessa dar aulas na privada? Uma coisa posso garantir não assustam no que toca a competência, mas numa altura em que tudo se privatiza e os tachos são uma mais-valia, é aterrador pensar no que o que a sua tão amada faculdade virá trazer.
Faça uma coisa minha cara e possível colega de trabalho.
(mas reze muito para que tal mal não lhe aconteça,certo?)
Já que você e o seus colegas acham “piada no mau sentido”, quando trabalhar com um psicólogo/ Dentista/Fisioterapeuta/Enfermeiro, etc. E descobrir que se formou na UFP, revolte-se e dignifique a sua fantástica mentalidade, e a dos seus colegas em hasta publica,e recuse-se ou recusem-se a trabalhar com tal pessoas.
A historia já demonstrou diversas vezes que isso resulta, e que quem o faz fica sempre bem visto.
Desculpe mas não compreendo a ligação… Como percebeu não tenho nada a favor da criação de uma faculdade de medicina privada (pelo óbvio), aliás, se me permite, não sou a favor da criação de mais nenhuma…já há 9! Públicas. Mas especialmente privada…Deus nos livre. Mas não se preocupe se algum dia tiver o prazer de trabalhar com algum médico formado na UFP ficarei contente se se vier a revelar um profissional competente. Com uma ressalva, era melhor empregue àqueles com uma média imediatamente inferior à de acesso a medicina mas sem dinheiro para pagar uma privada (e falamos de quanto? 800/900 euros?).
A inteligencia de uns (que conseguem efectivamente entrar nas Universidades Públicas de renome), outros compensam com euros…
Não se queixa de existirem no momento Universidades Públicas onde os que por mérito (e não por dinheiro) conseguem entrar. No momento em que tal deixar de acontecer, ou seja, quando todas as universidades forem privadas, aí também nestas a selecção terá em conta os factores inteligência e dedicação.Então é que os actuais meninos ricos e asnáticos deixarão (e bem) de ter lugar no ensino superior.
Que complexo contra as privadas!! Lamento é a falta de consciência do bom e mau que existe em todo o lado. O estado gasta fortunas em formação superior nomeadamente para pessoas que ainda não sabem o que querem: o SOL noticiava este fim-de-semana uma nova licenciatura da Clássica de Lisboa, em Estudos Gerais, para quem “não sabe ainda o que quer”!!
E “Engenharia Publicitária” na Fernando Pessoa é o quê? Alta engenharia nuclear?
Engenharia Publicitária na Universidade Fernando Pessoa é um curso que já não existe há alguns (muitos) anos!!
Tiveram vergonha, portanto.
Como aluna da UFP, tenho a dizer que as pessoas antes de falarem deveriam estar melhor informadas!
É verdade que pagamos 600€ por mês (Curso de Medicina Dentária), sendo esse o curso mais caro da nossa instituição, cada um investe no seu futuro como pode e quer. Temos presenças obrigatórias, não sei que conversa é essa de não termos que assistir às aulas, pois conheço alguns entes que já chumbaram a várias cadeiras por falta das presenças obrigatórias.
Como tal, passo a citar:”e o que sai no exame é aquilo que foi descutido nas aulas” – na verdade o que é dIscutido, leccionado ou o que queira chamar, é obviamente o que sai nas frequências, visto que temos um programa de estudo para alguma coisa, digo eu. Muitos dos nossos professores requerem que façamos aprendizagem por fora da disciplina, de modo a nos tornarmos mais independentes e cultos sobre o nosso futuro.
Temos professores catedráticos a nos leccionar várias cadeiras do nosso curso, que também ensinam na pública. E em relação aos nossos docentes tenho a dizer que não posso reclamar da sua vontade de ensinar e nos tornar os bons profissionais que a Fernando Pessoa irá sempre formar, devido à sua exigência e qualidade de ensino.
Exames à Ordem? Não tememos nada que possa avaliar a qualidade de ensino que temos direito.
Obrigada e espero ter sido útil a desmentir mitos que andam por aí.
Claro que existe um complexo em relação às privadas, uma vez que os critérios de entrada se baseiam no dinheiro disponível, já que as notas de acesso são marcadamente inferiores às da publica.. Assim, Por mais que tentem defender as privadas não há defesa possivel..Já em relação ao argumento hilariante de que o estado gasta mais ou menos com os alunos das publicas, é para isso que ele existe.. para dar uma igualdade de oportunidades a todos, para que aqueles que tem capacidades superiores, que tem maior capacidade de trabalho e esforço (na sua maioria em Universidades Publicas) possam ter o mesmo acesso que aqueles que por terem dinheiro tem o caminho facilitado, mesmo com menos capacidades e com muito menos esforço… Ponto final.. Podem dizer o que quiserem, mas se pudessem andar numa publica, tinham entrado.. ou é tudo bons samaritanos preocupados com o pais numa altura de crise e que por isso preferem inscrever-se numa privada para poupar dinheiro ao País?
Os teus argumentos baseiam-se em premissas erradas e a primeira é que estão na privada por opção.. estão na privada porque não tem outra escolha e felizmente para vocês os Papas, como dizia outra pessoa pagam.. Ou , mais uma vez, queres ver que me vão convencer que é para poupar?
Tenho 25 anos os meus nunca tiveram possibilidades de me pagarem os estudos, e desde cedo tive que ir trabalhar.
Por isso nao me venham com conversas de que conhecem metade do mundo e de que fazeis as melhores conclusoes do sempre.
Sois pessoas que falam sobre as palavras e teorias de Luther King e dalai Lama, mas acham que pessoas das privadas sao um grupo esteriotipo da sociedade que deve tratado de parte?!
Claro que que tive que ir para uma privada. A mim disseram me nao tens media de 17,8 logo nao temos espaço para ti. Poderia ter entrado noutra publica mais distante, mas os gastos seriam practicamente os mesmo, nao esquecendo que tinha que me despedir do trabalho porque n há ensino nocturno na maior parte dos cursos de saude.
Mas bonitoo é, `Para aqueles que tem CAPACIDADES SUPERIORES´????
Voce acha-se superior porque andou numa universidade diferente dos outros??
Havia um tipo na Alemanha que usava uns termos semelhantes…
Podem continuar a usar argumentos demagogos nimguem vos impede.
O nosso hospital e clinicas, nao vos colocam de parte por isso nao se preocupem.
Serao bem tratados e bem recebidos na mesma.
Sim com certeza em algum coisa somos. Não direi intelecto, mas pelo menos em esforço, somos superiores à GRANDE MAIORIA dos alunos do ensino privado!E posso dizer que conheço alguns. A si disseram-lhe que não havia espaço para si…pois claro, não teve 17,8. A muitos dizem…nao temos espaço para si pois não tem 600 euros para pagar. Parece-me justo.
Não é justo é colocar toda a farinha no mesmo saco, aliás, cada macaco no seu galho.
As privadas, por algum motivo são pagas: as condições, principalmente, são de longe melhores. Isso de se dizer que são feitos tachos de notas e etc, é para quê?! Para vos sentirem superiores ou ‘menos culpados’ de não terem estudado o suficiente?! Eu pago o que pago, com esforço suficiente para o reconhecer que seria bem mais fácil estar numa pública, mas e a minha formação? É menos relevante por estar numa privada que tem as melhores condições para o meu curso?
Parem de atirar pedras à UFP. Preocupem-se com a vossa instituição e deixem a nossa de parte, porque se está a sair bem e a arranjar cada vez mais meios para os seus alunos atingirem fins gloriosos.
eheh “gloriosos”, gosto
! Mas que melhor condições? Mais facilidades? mais comodidades?
A próxima vez que for a uma consulta vou perguntar: é licenciado na Fernando Pessoa?
Se não for, dói-me a cabeça, se for, tenho um calo no pé.
Caro Engenheiro,
Além da sua arrogância própria de engenheiro e da sua limitação cultural, igualmente frequente nesta classe, queria perguntar-lhe o que conhece da UFP para emitir esses juízos.
Loooooooooooooool, sim, porque os alunos da UFP passam o tempo a ler Jean-Jacques Rousseau, Hemingway e Steinback. Muito cultos, sim sinhor…….. Cuidado Sr. Engenheiro, que estes senhores querem reavivar a Kulturkampf de Bismark!!!!
Bastante arrogante, é verdade. Deve ser resultado de uma formação num sítio decente e num curso decente.
O que conheço da UFP é o resultado da formação de incompetentes com os quais tenho lidado profissionalmente. São casos a mais para não se ver o padrão.
Qunto à sua sagacidade e astúcia, como o nome indica, devem estar relacionadas com a escolha de um curso num sítio que lhe permita estabelecer os contactos adequados, certo? Uma legião de mini-Relvas prepara-se para tomar conta do que resta deste pobre país…
Cumprimentos, caro Astuto.
Muito bem senhor engenheiro:)apoiadissimo
Tal como imaginava, caro engenheiro, não conhece nada a não ser um monte de preconceitos. Quando quiser conhecer corpo docente, instalações, produção científica, empregabilidade, produções, ex-alunos etc, da UFP, ou de outras privadas de excelência, como a UCP, talvez fale de forma mais fundamentada. Para que fique claro, não estudei, não estudo, não trabalhei, não trabalho na UFP. Fiz a minha licenciatura na UL e mestrado na UNL.
Como é evidente, nada mais direi nem responderei à provocação que me fará a seguir, certamente.
Viva feliz por favor.
Compreendo a parte de empregablidade. Pois não andará a par com as cunhas?
Só um pequeno comentário: não coloque no mesmo saco a Católica e a Fernando Pessoa, por favor…
Felicísimo. Sempre.
pergunto eu, sendo q a fmup q esta inserida no sjoao(so camas sao mais de mil) que é um hospital muito maior q este e sendo o numero ideal de alunos 190 como será q este curso que que ira estar num hospital de 200 camas preve um numero de alunos de 180 por mes?
Bem visto
o texto fala em 180 em simultaneo, não 180 alunos por mês. por outro lado a fmup so ensina medicina a ufp licencia em muito curso de saúde como dentária, fisioterapia, enfermagem, etc. o que quer se seja é de louvar a criação de 400 poste de trabalho. Isto sim é uma medida anti-crise. não sei porque é que as pessoas que criticam isto não vêem isto. Deitar abaixo quem faz coisas é fácil, fazer é que é só para alguns. o resto é conversa de quem nada faz.
jobs for the boys! De qualquer maneira…180 alunos é muito aluno…para as 3 salinhas de parto e a casinha de bonecas para cirurgiões.
Poste de trabalho??? Imagino que seja isso que lhe ensinam na UFP mas em português correcto seria postos de trabalho.
Desculpe, talvez seja demasiada informação para si.
Para além desses cursos a UFP como diz em cima tem 60 vagas para cuidados continuados onde poderemos para além dos cursos de saúde da ufp inserir o curso de serviço social, pois estes profissionais cooperam os outros ditos de saúde
Resposta simples: o que interessa não é a formação e sim os euros…
“Camas”? É assim que chamam ao número de doentes que o hospital pode acolher? Mas que (futuros) profissionais de saúde tão humanos… Serve de muito o suposto “intelecto” destas pessoas, que enchem a boca para dizer o quanto são inteligentes por terminar o secundário com médias de 18 e 19 e depois terminam medicina com 12 ou 13…
Viva a UFP, como instituição séria que é. Não nos confundam com a lusófona
pelo que sei…está quase ao mesmo nível!
Ao ler os comentários acima fico surpreendida que pessoas com formação superior tenham uma mentalidade tão retrógrada relativamente às Universidades Privadas.
Pela minha experiência, tanto académica como profissional, sendo que ao longo dos últimos anos tive oportunidade de conviver com profissionais de saúde tanto da Pública como da Privada, defendo afincadamente devemos parar com este tipo de estereótipos relativamente ao Ensino Superior, porque formam-se bons e maus profissionais tanto no Ensino Público como no Privado!
Apenas um comentário dirigido à entidade que mencionou, e os que apoiaram, que se considera um ser superior, ou com mais capacidades por ter entrado no Ensino Público: tenho pena de si!
Independentemente de ter frequentado o Ensino Público ou Privado, considero-me uma boa Profissional pelo meu esforço, pelas minhas aprendizagens diárias, pela minha busca incessante de conhecimento…Não me sentiria mais capaz do que os meus colegas de trabalho por ter tirado um curso numa Faculdade Pública ou menos capaz de fazer o que faço por ter tirado um curso numa Faculdade Privada! Pensamento retrógrado e bastante infeliz esse…
Aproveito apenas para desejar as maiores felicidades à Universidade Fernando Pessoa, pela iniciativa deste projecto que vai possibilitar vários postos de trabalho.
Cumprimentos!
oh well… parabéns Rute
*
ahah
“A busca incessante de conhecimento”. Será que ouvi isto da boca do Relvas ou será que sonhei? Curioso.
Sim, palavras do próprio. Provavelmente a cara Marlene e o Sr. Relvas são da mesma família!!
“O que é mais chocante é que colocam em questão a qualidade de tratamentos para pessoas como tetraplegicas, crianças com problemas dentários ou psicológicos por exemplo, com possibilidades económicas reduzidas”
Não percebi! Quem é que põe em causa o quê?
Eu explico. O que estão a dizer é que, como é para pobres, qualquer porcaria serve. Até medicina na UFP…
ahaha. Bem me parecia!
Não se preocupe. Vou ter dúvidas, tenho a certeza disso, e hei-de pedir ajuda aos meus colegas mais velhos.
E hei-de tentar ser super feliz…. com TRABALHO.
Tenha toda a pena que quiser de mim. É tempo perdido. Do seu ponto de vista nem há solução para mim de qualquer dos modos. A não ser cair, claro está. Tenho bem mais pena de si por não conseguir escrever direito.
E como concordamos em discordar,cada um irá para seu lado, a achar que o outro é um grande idiota. Divirta-se na sua profissão, qualquer que ela seja, que eu tenciono fazer o mesmo na minha. Até lhe podia prometer que não vou cair, mas não sei se o consigo cumprir, e aparentemente só a Allianz é que cumpre 100% das suas promessas.
Porquê tanta crítica? Há assim tanta inveja de a UFP ter um hospital e de os seus alunos terem melhor prática e mais experiência? É uma mais valia para nós, estudantes pessoanos.
É bom de informar a essas bocas que falam sem saber que no estágio do hospital (assim como já ocorre nas nossas clinicas) todos os alunos terão um(a) professor(a)a orientar e a ajudar no que for preciso.
oh wow, isso é fantástico…
Calma… os meninos agora já podem ir para a CESPU
Cara Joana,
Fiquei bastante impressionada com o seu discurso.
Desde já lhe dou o parabéns por ter entrado na faculdade de Medicina, mas nunca se esqueça do que lhe vou dizer agora: foram as pessoas ditas ‘superiores’ que arruinaram o nosso país, e se todos pensarmos como você, a história repetir-se-á. Só lhe peço que tente, isso mesmo, tente respeitar e apoiar projectos como este, não discutindo nem pondo em causa a inteligência de ninguém. Afinal de contas somos todos portugueses.
Tenha calma Joana, a vida irá mostrar-lhe que nem tudo é como pensa.
Cumprimentos
Oh Daniel, o facto de não teres conseguido entrar numa pública deve ter mexido muito com o teu sistema nervoso e, definitivamente, com a tua inteligência, humildade e falta de vergonha para dizer tão grandes asneiras.
Vocês pagaram-me o curso? Olha, os meus pais descontaram e muito para que os filhos tivessem direito à educação, tal como os teus. Ninguém tem culpa que não tenhas conseguido, como diz o outro “estudasses”! Quanto à tua Universidade, achei muito estranho ser de tão boa qualidade e no plano curricular do curso de Enfermagem, nem uma unidade curricular ou ensino clínico em Enfermagem Saúde Infantil e Pediatria, de Enfermagem Saúde do Idoso e Geriatria ou Cuidados Continuados têm (entre outros). Os vossos professores são todos doutorados? Podes sempre visitar o site da Escola Superior de Enfermagem de Coimbra e ver o curriculum dos nossos professores, o nosso plano curricular e os nossos campos de ensino clínico. Além disso, saberias que antes de iniciar todas as aulas, temos que passar o cartão do qual valida a presença e em que as faltas são todas contabilizadas, isso faz com que os estudantes sejam obrigados a ir às aulas e a não fazerem o curso com outros facilitismos. Apesar de tudo, tenho que elogiar o facto da tua Universidade dar prioridade aos profissionais que forma. Através dessa iniciativa, talvez se conclua em concreto a falta ou não de qualidade da vossa instituição.
Pessoano, tenho a dizer que não é só na UFP que existe um professor para orientar os estudantes em ensino clínico, por isso, não percebo o porquê de tão orgulhosa afirmação.
Sem dúvida o tema universidades privadsa vs públicas, incomoda boa gente.
Não se esqueçam que existem bons e maus profissionais, tanto nas universidades públicas ou privadas.
Não entendo o motivo que leva a tanta discussão. Se me disserem, que a abertura de faculdades privadas nos últimos anos foi elevadíssima, e que contribuiu para a actual situação de desemprego massivo dos jovens licenciados, aí sim, dava a minha mão á palmatória (não esquecendo que as universidades públicas também criaram muitos cursos que não valem nada).
Agora criticar médicos que ainda não foram nem vão ser tão cedo formados por esta universidade….
Pensem é utilizar as vossas faculdades mentais o melhor possível, em vez de criticarem uma suposta realidade, que ainda não existe.
Eu dou! Daniel, deixe-se de tretas.
Ah, delicioso como consegue decifrar a minha mentalidade em 15 ou 20 linhas. Poético até. Andou a ler Earl of Surrey nos intervalos das aulas? Bom gosto, sem dúvida. E ainda assim permanece o facto que foi um grande amigo meu, aluno de Dentária da UFP e que terminou o curso ao mesmo tempo que terminei Medicina há poucas semanas que contou aqueles factos. Foi um assistente de Anatomia Clínica do ICBAS, que também dá aulas na UFP em Dentária, cirurgiao no HSA/CHP que se riu à força toda na cara de um colega que tinha mandado um filho estudar para a UFP. Ele lá sabe do que se ria.
Compreendo que sinta necessidade de defender a UFP. Mas é um causa votada ao fracasso. Se as Universidades privadas de cá trabalhassem numa lógica de competição através da excelência e EXIGÊNCIA como funcionam as universidades privadas americanas, UFP, Lusófonas, Lusíadas, Modernas seriam instituíções respeitáveis. Assim, não passam de lixo corrupto ao nível da gestão, com más consequências ao nível da formação dos alunos. Não é à toa que a taxa de processos judiciais è maior em alunos destas faculdades. Mas acho que é razoável ao ponto de reconhecer que EU não tenho culpa que a sociedade Portuguesa pós-25 de Abril tenha evoluído no sentido de toda a gente só se sente realizada com um canudo nas mãos, mesmo que seja demasiado burra para pensar, demasiado pedante para aprender e demasiado preguiçosa para trabalhar, e que portanto se contente com um curso mal tirado, e em sair da faculdade sem perceber patavina do assunto. Porque os factos mantém-se, com a lógica prevalecente, com o poder de compra do país, com uma faixa etária jovem que prefere na sua maioria viver à custa dos pais do que trabalhar para pagar os estudos, quase toda a gente prefere ir para o público para poupar dinheiro. Logo, quase que só quem é burro/preguiçoso é que acaba no privado. E eu não quero nem burros nem preguiçosos a tratar familiares meus. É verdade que tenho esse tal amigo meu lá, mas o problema dele é ser doido e ter um pai muito rico.
Uma outra coisa. Nao tenho culpa que você seja fraco demais ou provinciano demais para admitir a possibilidade de falhas na UFP. Sou o primeiro a dizer que há erros no ICBAS, que há alunos corruptos no ICBAS, que falhas na minha faculdade. Só apontando os erros E soluções para os mesmos estes podem ser corrigidos. Diria que não é sinal de reduzida mentalidade. Povos mais civilizados fazem-no constantemente à nossa volta. Custa ouvir críticas? Sem dúvida. É a única maneira de avançar. E deixo-o com algo que um Neurocirurgião Alemão da Universidade de Heidelberg foi, certa vez, gentil o suficiente para me transmitir: os falhados tentam vencer as discussões exigindo o silêncio do oponente. Os fortes vencem com argumentos. Até agora, poucos argumentos trouxe a esta discussão…..
Pois…o Sr. Daniel com as suas referências a Dalai Lama, Luther King e ao Adolfo é com certeza a pessoa mais culta da discussão
Pela sua pinta não foram precisas tantas linhas, prezado amigo.
Bem, pelo o que me diz, tem amigos que “cospem no prato que comem”, e isso já transcreve suficientemente bem o nível em que você se encontra.
A conversa do humilde e até receptivo, porque ate acha que ICBAS possui erros foi deveras engraçada.
Nada das suas anteriores palavras levariam a essa ideia.
Eu até compreendo essa infantil nostalgia, de terminar um curso onde muitos tentaram um lugar.
Mas não passa disso mesmo… Infantilidades.
Já não deve ter idade para o síndrome do Sr Doutor.
Penso que se desse lado, estivesse alguém decente de pensamento, saberia que o sucesso não nasce do vazio e o que se tenta é construi-lo, apesar de existirem sempre marés de cépticos e sarcásticos, como você, orientados, talvez, por estupidez barata.
Julga e faz troça de uma instituição que investe do seu próprio bolso para melhorar assistência medica de uma região que pouco acesso tem à saúde, e isso é que é argumento?
Os meus argumentos são simples.
São os doentes tratados.
Utilizar a palavras de outros Sr. Rui, e atirar dois metros de texto vazio, não salvam, nem de perto justificam…. a sua opinião.
Sr Superior Rui.
Palhaços são pessoas decentes que transmitem divertimento a pessoas, algumas delas tristes.
Sabe que há médicos que se disfarçam de palhaços para fins maiores não sabe?
E mesmo assim com a sua extrema decência, consegue fazer tal ligação para insulto?
Mas relaxe…
Não se preocupe que não o lhe responderei, derivado á minha ausência de decência tal como descreveu.
Adianto-lhe que entrei e licenciei me e trabalho com o curso que sempre quis ao contrario que pensa.
Já percebi que estudou muito e que é um felicidade tanta boa nota.
Se quiser ate lhe bato umas palmas, visto que você está ai cima nesse patamar de superioridade, para se sentir mais confortável.
E desculpe meu texto humilhante, não diga nada aos meus pais por favor.
Mas não se engane colega.
Com a sua superioridade posso eu bem, e que seja super feliz com ela.
Fico com um bocado de pena de si ao pensar que se ou entra na publica ou se é retardado.
Já que está ai em cima, tenha cuidado e não caia.
Mas como está na área da saúde sempre pode pedir ajuda aos seus colegas.
A inocência do Daniel é comovente.
O Sr. Daniel fazia melhor em comprar um cérebro… a julgar pela “pinta”
é que o gajo não consegue dizer mesmo nada de jeitO. Dá dó!