Inquérito sobre caso do professor agredido nos Carvalhos aguarda por despacho
O inquérito sobre o caso do professor agredido junto a uma escola dos Carvalhos aguarda por despacho da magistrada do Ministério Público de Vila Nova de Gaia.
“O inquérito deu entrada no tribunal e está para despacho da magistrada titular do processo”, adiantou fonte do Ministério Público de Vila Nova de Gaia.
A 31 de Janeiro, um professor de matemática de 63 anos, que expulsou uma aluna da sala de aula por estar a perturbar a lição, foi agredido, a murros e pontapés, à frente da Escola EB 2/3 Padre António Luís Moreira, por 3 alegados familiares da estudante expulsa.
As averiguações sobre a agressão ao professor continuam a decorrer na EB 2/3 Padre António Luís Moreira.
A aluna do 5.º ano e que foi expulsa da sala de aula pelo docente agredido está a ir às aulas, adiantou fonte do Conselho Executivo daquela instituição escolar.
“O processo está a decorrer, são coisas morosas”, declarou um elemento do Conselho Executivo, acrescentando que ainda não se apurou “nenhuma relação directa” entre a expulsão da aluna e a agressão ao docente.
No final da agressão, a estudante expulsa da sala de aula terá entrado na viatura com os 3 indivíduos que alegadamente agrediram o professor, segundo o relato de uma das professoras testemunha da ocorrência à frente da escola.
O professor agredido continua de baixa psiquiátrica, tendo apresentado a queixa por agressão na PSP de Vila Nova de Gaia.








Frequentei essa escola à uns anos, já haviam alguns problemas mas nunca nada assim tão grave.
Ha miúdos sem sentido nenhum de autoridade, qualquer dia os professores tem de sair em chaimites das escolas..tristesa
Isto é a vergonha de um país em que a educação e principalmente o respeito já não tem valor… tenho vergonha de dizer que sou professor, neste país…
Foi ao ponto a que certos mentores levaram o nosso país e tudo o que temos…
Defendem bandidos e provocadores com a maior das forças mas esquecem-se da situação das vítimas…
O que acontece com os professores, acontece com os polícias, com os médicos, enfermeiros, taxistas, etc.
(Quase) ninguém respeita ninguém. Só é pena continuarmos a sustentar tal gente através dos subsidios e rendimentos minimos…