Turismo

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O consumo médio e a permanência dos turistas que visitaram o Porto e Norte de Portugal no último trimestre de 2011 diminuiram em relação ao período homólogo de 2010, indica o Instituto de Planeamento e Desenvolvimento do Turismo.

No último trimestre de 2011, o consumo médio do turista do segmento de lazer cifrou-se em “591 euros”, contra os “655 euros” gastos no quatro trimestre de 2010, refere o estudo intitulado “Perfil do Turista que visita o Porto e Norte de Portugal”, realizado pelo Instituto de Planeamento e Desenvolvimento do Turismo, em parceria com a Entidade Regional de Turismo do Porto e Norte de Portugal e Aeroporto Francisco Sá Carneiro.

O gasto médio total dos turistas em regime de negócios/trabalho também baixou, passando de “662 euros” em 2010 para “553 euros” em 2011.

A redução do tempo de permanência na região do Norte de Portugal no último trimestre de 2011 também se verificou em relação ao período homólogo de 2010, o que indica uma tendência para os turistas passarem menos tempo no destino”, lê-se no documento.

A média do número de noites dos turistas do segmento lazer que visita ao Porto e Norte de Portugal é de 10,30 noites no grande Porto e de 14,44 norte de Portugal, enquanto que no segmento negócios/trabalho é de 5,73 noites no grande Porto e 4,69 noites no Norte de Portugal.

Os hotéis são os alojamentos no topo da tabela, mas os turistas de lazer também optam por ficar a pernoitar em “casa de familiares/amigos”, “casa própria”, “albergue/residencial”, “pensão” e “hostel”.

Os turistas de lazer viajam, essencialmente, acompanhados (62%), enquanto que no segmento em negócios, os turistas deslocam-se preferencialmente sozinhos (53,5%).

O mesmo estudo revela que o turista que visitou o Porto e Norte de Portugal no último trimestre de 2011 é maioritariamente do sexo masculino, está na faixa dos 30 anos, pertence à classe média alta, tem níveis de rendimento elevado e habilitações superiores, indica o mesmo estudo.

Os turistas inquiridos no Aeroporto Sá Carneiro foram subdivididos em turistas que chegaram para lazer/férias e os que vêm em negócios/trabalho e o estudo conclui que a maior fatia pertence a uma “classe média alta, com níveis de rendimento elevado e com habilitações superiores, especialmente no grupo em negócios.