Incêndio no Porto de Leixões: Plano de segurança foi rapidamente accionado

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O relatório preliminar do incêndio no Porto de Leixões a 12 de Abril confirma o “rápido accionamento do plano de segurança”, assegura a APDL, que abriu um inquérito para apurar as causas do acidente que vitimou um operário.
O relatório constatou ainda a “existência de uma divergência entre o peso do bloco que caiu sobre os pipelines, cujo valor inicial, estimado em sede de projecto, é inferior ao determinado por pesagem após o acidente”.
“A pesagem era impossível a anteriori”, refere a Administração dos Portos do Douro e Leixões, em comunicado divulgado esta quarta-feira.
Por apurar está, porém, o “efeito desse facto [diferença de peso estimado para o real] para o sistema de suporte, cavaletes e gruas, que estava envolvido na operação”.
A queda de uma peça do guindaste Titan – considerado uma peça de arqueologia industrial – terá originado, a 12 de Abril, a rotura de uma conduta de gás no porto de Leixões, provocando várias explosões e um incêndio industrial.
O guindaste estava a ser alvo de uma operação de desmontagem e recuperação para ser relocalizado mais próximo da praia de Matosinhos, num projecto de valorização global de todo o molhe Sul que inclui a construção do terminal de cruzeiros.
“Para a realização da operação de reabilitação, a APDL contratou um projecto à empresa Eurocrane que incluía todo o processo de desmontagem, lançou um concurso público para a desmontagem (embora o valor da obra não o justificasse) que foi ganho pela empresa Edilages, contratou uma empresa para fazer o controlo e acompanhamento das condições de segurança em obra (Proman) e ouviu as empresas que exploram os pipelines, tendo delas recolhido indicações sobre procedimentos a adoptar para a segurança operação, os quais foram respeitados na íntegra”, assegura a APDL.
Depois do acidente de 12 de Abril, a empresa “abriu um inquérito para apurar as causas do mesmo, contratando a empresa Certitecna” que divulgou esta quarta-feira um relatório preliminar.
O relatório será agora enviado à Autoridade de Condições do Trabalho e ao Ministério Público, “ficando a APDL ao dispor dessas entidades para prestar todos os esclarecimentos que julgarem necessários”.
“A APDL volta a lamentar profundamente a perda de uma vida, a agradecer a todas as entidades envolvidas no cumprimento do plano de segurança, e a assegurar que tudo fará para que o projecto de recuperação do guindaste Titan venha ser bem-sucedido”, remata.












Se o plano de emergência funcionou, só tinha mesmo de funcionar, agora eu gostava era de saber e isso sim era importante saber é como é possível acontecer um acidente destes, fazer uma desmontagem deste equipamento com o pipeline a debitar???? Ou tera sido erro d alguém fazer alguns cálculos, tipo grua a utilizar, peso que iria ser suportado???????????????